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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
VOTEM NA MINHA NETA LAURA
TALVEZ VOCÊS ACHEM CHATEAÇÃO TODOS OS DIAS EU POSTAR A MENSAGEM ,PEDINDO VOTOS PARA MINHA NETA LAURA DE 04 MESES CONCORRENDO AO BEBE HIPOGLÓS AMÊNDOAS
ELA ESTA MUITO LONGE DE GANHAR INFELIZMENTE
TEM CRIANÇAS COM MAIS DE CEM MIL VOTOS
MAS,EU INSISTO EM POSTAR COMO UM MODO DE LUTAR POR ALGO MESMO QUE JA PERDIDO
É SOMENTE A VONTADE DE LUTAR,IR ADIANTE ,NÃO FRAQUEJAR
SABER QUE MESMO SEM POSSIBILIDADES DE GANHAR EU ENFRENTEI E LUTEI
PELO MENOS UMA VEZ NA VIDA
ALGO DIFICIL OU INATINGIVEL
AGRADEÇO A TODOS QUE ESTAO ME AJUDANDO
ISSO ME FAZ BEM ,PORQUE ESTOU LUTANDO POR ALGUÉM QUE AMO NÃO PELA VITÓRIA
E A LAURA AGRADECE
http://bebehipoglos2011.com.br/304109
OBS:PODE VOTAR QUANTAS VEZES QUISER.
ANNA KARENINA
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Só me resta escrever...
Um dia eu fui criança
Não criança esperança
Se não me foge a lembrança
Mas criança sem destino
Criança desatino
Criança sem ser criança
Era como um troféu
Um pequeno fogaréu
Um vai e vem
E volta atrais
Era a mascote andarilha
Que corria no sentido
Da irresponsabilidade de meus pais
Um queria
O outro também
Brigavam feito criança
Por causa de outra criança
Mas não fiquei com ninguém...
.................
E agora anos se vão
Me indigna o coração
E a minha infância roubada
Agora sou quase nada
De uma criança desamada
Que nasceu sem saber por quê
.........
Mas As linhas do destino
Criaram uma
Incógnita
Hoje já sei quem sou
Sou poetisa
Ou trovador
E nessa tristeza imensa
Sem carinho ou recompensa
Nada mais resta a fazer
Não posso voltar o tempo
Nascer de outra madre
Nem do destino correr
Só me restam alguns anos
Para minha vida acabar
Já que nada vai mudar
Só me resta escrever
Para apagar da memória
Essa triste e muda história
Só me resta á esquecer...
Anna Karenina
postado em:
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Eu... Cecília
Rio Paquequer
A natureza segue seu rumo
Dias e noites...
No nascer do sol
Folhas amarelas
Flores nas campinas
E o frio arrepiando
Nossas almas...
As estações das Eras
O calor sufocante
Do teu amor por mim
Depois de dez luas
Vou te encontrar
Esperei por ti amor...
No fogo...
Crepitante da fogueira
Na clareira...
... Onde nossas almas pousaram
No nosso reino
Um barco no horizonte
O Paquequer enfurecido
Jaci cobre o céu
Pálida ...
Como eu a tua Senhora
E as madrugadas são frias
Esperei por ti Peri
Até o desencanto de nossas vidas
Tu meu guerreiro nobre e viril
Eu a tua deusa
De cabelos da cor do sol
Amar-nos-emos sempre
Enquanto houver mundo
Somos imortais
Navegando o doce barco do amor
Dorme Peri
Dorme amado meu
Hoje ficarei acordada em vigília
Eu a tua Ceci
Amo-te de sol a sol
Eu... Cecília
Postado:http://depressaoepoesia.ning.com/profile/ANNAKARENINA
Anna Karenina
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
PAI...
PAI...
VOCÊ JAMAIS, DEVIA TER POSTO...
ALGUÉM COMO ,EU NO MUNDO.
SABE PAI............EU TENHO, ALMA E CORAÇÃO.
MAS VOCÊ ,TEM NO PEITO, UMA PEDRA FRIA.
VOCÊ NUNCA QUIS ,SABER DE MIM
QUAL FOI MEU CRIME?
NUNCA,PEDI PARA NASCER.
TALVEZ, NUMA FESTA DE COLÉGIO
VENDO OUTRAS ,CRIANÇAS COMEMORAR
O DIA DOS PAIS......
...........EM UM CANTO COM LÁGRIMAS NOS OLHOS
VOCÊ DISSE ,NÃO ME CONHECER........
ESTOU AQUI .......SE UM DIA PRECISAR DE MIM..............ESTOU AQUI
SEM RANCOR NENHUM.....
VOCÊ, FINGE QUE NÃO SABE ,QUEM SOU EU...........PARA O MUNDO.
E PARA DEUS...........QUE DESCULPAS,VOCÊ VAI DAR?
MESMO ASSIM, NÃO ME CONSIDERO UMA INFELIZ
TENHO UM PAI NO CÉUS....
ESSE JAMAIS DIRIA ....
QUE NÃO ME CONHECE
ESSE PAI, È SEU PAI TAMBÉM...........
AINDA BEM QUE AMO MEUS FILHOS DEMAIS.
MEU AMADO PAI HERÓI...
ANNA K
sábado, 27 de novembro de 2010
E SE EXISTISSE ALGUÉM EU QUE NÃO FOSSE EU?
E EXISTISSE ALGUÉM EU QUE NÃO FOSSE
ASSIM PODERIA ME VER COMO OS OUTROS ME VEEM
E NÃO SOMENTE A IMAGEM DO ESPELHO
VER OS DEFEITOS MEUS
QUE SOMENTE OUTROS VEEM
SABER QUEM SOU
NA OPINIÃO DE OUTRA PESSOA
MUITO COMPLICADA ESSA HISTÓRIA
DE A GENTE SER AQUILO
QUE OUTRAS PESSOAS ACHAM
POR UM DIA SOMENTE...
ALGO DIFERENTE
ANNA KARENINA
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
caminhar na areia
sinto o calor
de um sol que queima
que derrete
a névoa espessa
que restou
da madrugada
as ondas
vem e vão vacilantes
como almas de gigantes
a fugir da escuridão
já não piso os pés na areia
e sim em fina cambraia
la no céu o sol desmaia
e sumindo no horizonte
pra iluminar outra fontes
fontes de vida e de saber
almas que acabam de nascer
assim saindo do limbo
ao amanhecer
anna k.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
quando as portas de romper a noite
perpetua a sua melodia
ainda sinto a areia branca a brilhar
sob meus pés de menina incerteza
ainda sinto a dor de cada partida
do vestido branco
a dor da ida
minha mãe evaporando
no ar como fumaça
ainda ouço o burburinho
da voz de meu avô e meu pai
disputando
quem manda mais
no meu destino
que nunca existiu
ouço o cantar da juriti
eu não posso,não quero ir
tenho pesadelos a resolver
tenho vozes a obedecer
serei a fagulha que queima a fogueira azul
um pau de arara que roda pras bandas do sul
só silencio e a voz do vento
e da viração
onde ha caminho hoje tem espinho
a impedir-me de passar
só ficou uma alma amarga e desditosa
incapaz de sonhar
anna karenina
E cheia de atalhos, armadilhas e precipícios
Aqui o esforço è sobre humano
Não olhe pra traz
Não pise em falso
Nem brinque com a situação
Escalei o mais alto que pude
Na esperança de alcançar o céu
Mas me enganei o céu esta coberto
Por nuvem de brancura extrema
Invisível aos nossos olhos
Mas podemos criar um céu terreno
Onde a esperança nunca morre
Onde o ódio e o racismo
São coisas do passado
Onde possamos cantar
Em plenos pulmões
As alegrias do coração
Anna k
que não houvesse noite
nem houvesse dia
que tudo transcorresse como se nada
ainda houvesse sido criado
a terra mergulhada
nas águas de profundezas
os luzeiros do céu sem haverem sido criados
o ser humano
ainda uma imaginação
na força de criatividade Divina
ha como eu queria
não existir
não respirar
não sofrer nem chorar
nessa minha covardia toda
nem ao menos recordar
ser só um projeto
ainda por sair do papel
ha como eu gostaria
de se tiver de viver...
viver sem dor
ha...só assim eu seria feliz
anna karemimna
tem a grandeza do mar
e a força de uma nação
minha canção tem
a cor das folhas amarelas
e o cintilar de nove luas
minha canção é indígena
tem a benção de tupã
a beleza de jaci
a singeleza da raça
tupi guarani...
somos uma nação guerreira
com canto de guerra a ecoar
correr nas florestas e salvar
o que ainda resta dela
antes das cinzas levar
minha canção é singular
é canção de céu e mar
de paz e restauração
anna karenina
foi tudo que achei pra me consolar da dor
a dor de ter nascido
a dor da espera da morte
a dor que nunca existiu
a dor que já passou
a dor que agora está
por favor deixe minhas lágrimas correrem
são refrigério da minha alma
passagem para o alvorecer
de uma noite sem estrelas
de um mar sem a luz da lua
de uma estrela cadente que caiu no horizonte
um dia no fim da manhã
a noite prevalecerá
a dor virá
as lágrimas afloram como flores de algodão
macias mas espinhosas como rosas do verão
deixo- as correr por tudo que nunca fui nem vou ser
pelo túmulo que me espera
por algo que nunca tive
e tentei conquistar sem conseguir
por favor não enxuguem minhas pérolas
deixem minhas lágrimas cair...
anna karenina
a enchente que em minutos causa destruição
não há mais tempos no tempo
não há mais variações no sertão
encontro o céu diferente sem alento sem som
sem exatidão
as folhas amarelas chegaram
mas sem aviso sem explicação
nada é igual a nada
tudo é diferente de tudo
que antes havia
sem explicação
espero a lua das águas
pra poder colher o sustento
depois do sol bravio
só existe tribulação
no ar as sombras da noite
agitam e apertam o coração
espero a luz das estrelas
pra me tirar da aflição
no tempo das árvores caídas
do som do terrível trovão
dos riscos de ouro no céu
anunciando a inundação
sou forte sereno tranquilo
olho o horizonte incerto
espero o tempo das flores
pra acalmar meu coração
anna karenina
a tristeza vem e eu vou caminhar
andar nas estranhas estradas
que a vida me preparar
ver essa gente cansada que não tem por quem chamar
sentir o barulho das ondas juntando -se a chuva a desaguar
eu sofro não só por mim
que ainda tenho onde morar
sofro por meus irmãos que que na catástrofe estão a chorar
lágrimas transformadas em sangue
por quem não mais voltará
como estão esses corações de amargura e de dor
esse povo já tão sofrido tão carente de amor
e nada eu posso fazer além de uma prece oferecer
e pedir a Jeová que traga teu reino oh Já
só teu reino teu amparo pode essa angústia curar
ao introduzir teu reinado sem humanos pra atrapalhar
trazer os que se foram e devolver aos seus lugares
um dia a tua voz todos eles ouvirão
pois tu terás saudades do trabalho de tuas mãos
e nessa terra eterna onde a dor não haverá
a morte teve a sentença e jamais existirá
anna karenina
baseado no livro de Jò
vale a pena ter existido pra vivenciar essa noite
noite de fantasmas do passado coração acelerado de medo...da noite
noite tão segura e tão escura
nem a luz da lua nua veio te encantar...oh noite
noite de lágrimas e sentimentos
só tu noite conheces meu sofrimento
e pode aliviar a minha dor
noite, não me deixes aqui sozinha
a aves de rapina
procuram por meu eu...noite
anna karenina
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
navio de flores
Lembro-me
Que já adianta a hora
Temos de navegar
Levantar bandeira branca
Sentir o vento assoviar
Cortar as folhas das acácias
Quando vão amarelar
Sentir o tempo que passa
O navio que vai chegar
Um navio cheio de flores
De alegria e saudade
A hora da imaginação
O tempo da solução
Os nossos temores
São nossos
Mas devemos compartilhar
Nos mares da vida e do medo
Sempre, sempre
A navegar
Acharemos no caminho
A promessa
A direção
O horizonte a chamar
Nossas vidas a contar
Nosso supremo segredo
Nossos antigos amores
Embarcaremos
Todos juntos
Nesse navio de flores
Anna Karenina
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Plantações de lírios
Plantações de lírios
Todos temos uma...
Esqueça a desconfiança
Ela provoca delírios
Procure a certeza
Use as cartas
Sobre a mesa
Ame as coisas de valor
Não de trégua pra tristeza
Encontre um amor
Anna k
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